Mais uma aventura pet de carro com a nossa Meg, dessa vez mais ousada, percorremos por 5 estados até chegar no litoral sul da Bahia. Mais de 4,5 mil km, uma longa viagem, saindo de Londrina (PR), até chegar em Trancoso e Arraial d’Ajuda na Bahia. Depois, seguimos até Cumuruxatiba e de barco, conhecemos a maravilhosa Ponta do Corumbau. Um roteiro intenso, repleto de desafios, paisagens arrebatadoras, viagem pela história do descobrimento, foram momentos que transformaram quilômetros em memórias.

Uma Aventura Pet que virou memória
Vivemos mais uma aventura pet ao lado da nossa fiel companheira, a Meg, e dessa vez fomos além. Percorremos cinco estados até alcançar o litoral sul da Bahia, somando mais de 4,5 mil quilômetros em uma jornada intensa, desafiadora e absolutamente transformadora.
Partimos de Londrina (PR) rumo a destinos que sempre estiveram em nossos sonhos: Trancoso, Arraial d’Ajuda, Cumuruxatiba e, por fim, a deslumbrante Ponta do Corumbau. No meio do caminho, encontramos muito mais do que paisagens, encontramos história, conexão e experiências que marcaram cada quilômetro percorrido.

Nossa Filosofia de Viagem com a Meg
Nunca fomos do tipo que viaja deixando nossa pet para trás. A Meg sempre fez parte da família — e, naturalmente, de todas as nossas aventuras.
Planejamos cada detalhe respeitando sua rotina, seus horários e seu bem-estar. Talvez por isso, durante toda a viagem, ela tenha demonstrado um comportamento exemplar: tranquila, silenciosa, observadora e surpreendentemente adaptável a cada novo cenário.
Planejamento e Desafios na Estrada
Traçar a rota sempre foi essencial. Utilizamos tecnologia a nosso favor, priorizando estradas duplicadas e em melhores condições. Ainda assim, enfrentamos a dura realidade das rodovias brasileiras: buracos, obras intermináveis, sinalização precária e desvios inesperados.
Seguimos com planos alternativos — A, B e até C. O GPS recalculava constantemente, desviando de acidentes e bloqueios. Enquanto isso, a Meg seguia serena no banco traseiro, alternando entre cochilos e observação da paisagem.
As paradas foram frequentes, não apenas por necessidade nossa, mas principalmente por respeito ao ritmo dela. Caminhadas, água fresca e momentos de descanso fizeram toda a diferença.

Primeira Parada: Porto Real (RJ)
Nossa primeira noite aconteceu em Porto Real, no interior do Rio de Janeiro, mas o trajeto até lá ainda nos reservava um imprevisto. Pouco antes de chegar, fizemos uma breve parada em Resende para um lanche rápido. Já passava das 20h e estávamos a cerca de 20 km do destino quando, de repente, o trânsito simplesmente travou na rodovia. Sem qualquer informação, permanecemos ali, cercados por centenas de veículos, tentando entender o que havia acontecido.
Algum tempo depois, soubemos que uma árvore havia caído sobre a pista, bloqueando completamente a passagem e causando o congestionamento.
Apesar do cansaço acumulado, finalmente conseguimos chegar ao hotel. A hospedagem era simples, mas nos surpreendeu pelo cuidado: ambiente extremamente limpo, acolhedor e, o mais importante, verdadeiramente pet friendly. A noite foi tranquila e reparadora. Conseguimos descansar bem, e a Meg, depois de um longo dia de estrada, também pôde se esticar e relaxar com conforto.
Na manhã seguinte, acordamos renovados, prontos para seguir viagem com as energias recuperadas.

Segunda Parada: Vila Velha (ES) e o Buda Gigante
No dia seguinte, mudamos nossa rota após recebermos informações sobre congestionamentos no Rio de Janeiro. Contornamos a cidade e seguimos viagem.
No caminho, fomos surpreendidos por um encontro inesperado: uma gigantesca estátua de Buda, no Mosteiro Zen Morro da Vargem, em Ibiraçu (ES). Com 35 metros de altura, aquela visão marcou nossa jornada.
Já à noite, encontramos hospedagem em Vila Velha. Infelizmente, foi a pior experiência da viagem: estrutura precária e custo elevado. Ainda assim, a tranquilidade da Meg ajudou a tornar a situação mais leve.

Chegada a Trancoso (BA): Um Refúgio Perfeito
A chegada foi cansativa: muitos caminhões na estrada, radares constantes e longos trechos urbanos que quebravam o ritmo da viagem. Já à noite, fizemos uma parada na entrada de Eunápolis (BA) para um lanche e aproveitamos um supermercado ainda aberto para garantir o essencial do café da manhã do dia seguinte. Retomamos o caminho rumo a Trancoso, e, nesse momento, a vontade de chegar e descansar transformou os poucos quilômetros restantes em um trajeto que parecia não ter fim.
Enfim, por volta das 21h, chegamos. A praça principal ainda estava movimentada, cheia de vida. Entramos em contato com o simpático Giovanni, da Casa Serendipity Trancoso, que veio ao nosso encontro de motocicleta e nos guiou até o nosso refúgio na cidade.
A casa era charmosa e acolhedora, cercada por natureza, com piscina e uma atmosfera de tranquilidade que convidava ao descanso. Nossa suíte era confortável, e a cozinha compartilhada trazia um ar de convivência leve e descontraída. A Meg se adaptou rapidamente, fazendo amizade com os animais da casa e se sentindo parte daquele ambiente desde o primeiro instante.



Durante cinco dias, vivemos cada momento com intensidade. Tivemos também a sorte de conhecer pessoas especiais que tornaram a experiência ainda mais rica. Entre elas, Nathália, de São Paulo, e o casal Robson e Lis, de Curitiba (PR), que aguardam a chegada de um bebê. Trocamos contatos, combinamos encontros e acabamos compartilhando passeios tanto em Trancoso quanto em Arraial.
Quadrado, Cultura e Praias de Trancoso
Tivemos o privilégio de estar em Trancoso justamente durante a tradicional Festa de São Sebastião, celebrada todos os anos no Quadrado, um dos pontos mais icônicos do turismo local. O ambiente estava especialmente vibrante, tomado pelos festejos, cortejos religiosos e o marcante samba de couro, que ecoava entre as casinhas coloridas e a igrejinha histórica ao fundo. A atmosfera era envolvente, misturando fé, cultura e celebração em um cenário cinematográfico.
À noite, o Quadrado se transformava em um verdadeiro polo gastronômico. Caminhar por ali era uma experiência sensorial completa. Restaurantes charmosos, muitos com cardápios assinados por chefs, ofereciam desde sofisticadas iguarias da culinária baiana até pratos internacionais. A variedade impressionava, tanto quanto os preços.
Em nossa pesquisa, constatamos que uma moqueca para duas pessoas, em alguns dos vários restaurantes, não saía por menos de R$ 350. Em outro local bastante bem avaliado, um beirute era vendido por cerca de R$ 90. Ficou claro, na prática, que a fama de Trancoso como um dos destinos mais caros do sul da Bahia fazia sentido.
Por outro lado, também encontramos opções mais acessíveis. No centrinho de Trancoso há alguns restaurantes com sistema self service e preços mais populares, atendendo não só a demanda local, mas também um percentural de turistas, principalmente no horário do almoço, servindo pratos do dia a dia, com qualidade e variedade. Já no período da noite, seguindo a sugestão de amigos de Curitiba, fomos experimentar a famosa Tapioca da Sandra, no próprio Quadrado. Simples, saborosa e bem servida, custava em média R$ 40, uma alternativa excelente para quem busca equilíbrio entre qualidade e preço.









Durante nossa estadia, priorizamos as praias mais próximas da hospedagem, a Praia dos Coqueiros e a Praia dos Nativos, ambas a cerca de 800 metros de caminhada e também entre as mais populares da região. A proximidade com o Quadrado facilitava o acesso, permitindo que fizéssemos o trajeto a pé, sempre acompanhados pela Meg.
Ali, vivemos momentos leves e autênticos. A Meg correu livre pela areia, se molhou, descansou debaixo do guarda-sol e como de costume, se divertiu tentando perseguir siris, principalmente durante a maré baixa, quando a vida marinha ficava mais evidente. Era uma conexão pura com o ambiente.
Para quem prefere mais comodidade, há alternativas práticas ao deslocamento a pé ou de carro, evitando tanto o custo elevado de estacionamento quanto o esforço das subidas e descidas. Mototáxis e triciclos são bastante comuns e facilitam o acesso às praias.
Priorizamos a caminhada e, em determinado momento, nos deparamos com uma cena incrível: um jovem bicho-preguiça atravessando de um lado ao outro da pista, apoiando-se em galhos e até em fios de energia.
Como os movimentos do animal silvestre, endêmico da região, naturalmente lentos e também marcados por uma curiosa indecisão onde segurar e qual caminho seguir, nos fez permanecer ali por horas, acompanhando cada etapa até o desfecho de sua aventura aérea.
Assim como nós, muitas outras pessoas se aproximaram, formando um pequeno grupo que, em silêncio e admiração, compartilhava aquele momento raro, sublime e absolutamente único.
A Praia dos Nativos nos impressionou especialmente pelo cenário: o encontro do rio com o mar, cercado por áreas de mangue, cria um visual único e encantador. Já nas duas praias, encontramos boa estrutura de quiosques, com música ambiente e cardápios que valorizam a gastronomia baiana, especialmente frutos do mar frescos.
Para quem não deseja gastar tanto, vendedores ambulantes oferecem opções como camarões e até lagostas, tornando a experiência mais acessível sem perder o sabor local.
Mesmo com toda essa estrutura, ainda é possível encontrar espaços tranquilos na areia, ideais para relaxar, curtir o sol e aproveitar o mar com mais privacidade.
Na Praia dos Coqueiros, dependendo da maré, formam-se verdadeiras piscinas naturais, perfeitas para um banho calmo e contemplativo, daqueles que fazem o tempo desacelerar e o momento valer por si só.
Arraial d’Ajuda: Energia e Contrastes
Arraial d’Ajuda, sem dúvida, precisava fazer parte do nosso roteiro, e fizemos questão de dedicar quatro dias inteiros à cidade para explorar tudo com calma. A hospedagem foi reservada pelo Booking, em uma localização estratégica, cerca de 10 minutos do centrinho e aproximadamente 15 minutos de caminhada até a Praia do Mucugê. Essa escolha felizmente nos permitiu viver Arraial de forma mais leve, fazendo praticamente tudo a pé, muitas vezes com a Meg nos acompanhando. A rotina ali era deliciosa, dias preenchidos pelo mar e noites embaladas por uma energia vibrante. A Meg circulou tranquilamente pelas ruas movimentadas, passeou pela famosa Broadway e explorou a Praia do Mucugê.
Outro ponto especial da estadia foi reencontrar o casal de amigos de Curitiba que conhecemos em Trancoso, Robson e Lis. Tivemos a oportunidade de compartilhar bons momentos juntos. Em uma das noites, fomos convidados por eles para conhecer uma hamburgueria bastante comentada na cidade. Já na última noite, encerramos a estadia experimentando a famosa “pinça”, uma versão de pizza romana, no restaurante da pousada onde estavam hospedados. Foram encontros cheios de risadas e conversas agradáveis, daqueles que a gente leva com carinho. Ficamos especialmente felizes por eles, que estavam vivendo a expectativa da chegada do primeiro filho.



Nem tudo, porém, foi perfeito. Um ponto que nos chamou atenção, e de forma negativa, foi a quantidade de lixo espalhado em algumas faixas de areia. Um contraste evidente com a beleza natural do lugar e um alerta importante sobre a necessidade de maior conscientização ambiental. Os legisladores locais, bem como os restaurantes beira mar precisam se organizar para manter aquele paraiso com o devido respeito, é inadmissível a convivência passiva com a sujeira em um lugar que deveria ser exemplo de cuidado e preservação.
Claro que aproveitamos para explorar outros cenários incríveis da região. Visitamos a Praia da Pitinga, com suas falésias imponentes e cores marcantes, e a Praia de Taípe, mais afastada, preservada e com uma atmosfera mais tranquila. Também conhecemos a famosa Lagoa Azul, bastante procurada pelos visitantes. Outro destaque foi o Rio Taípe, que deságua no mar formando um cenário único, cercado por manguezais, um lugar perfeito para desacelerar e contemplar.
Dessa vez, optamos por não levar a Meg nesses deslocamentos mais longos. Utilizamos vans-táxi, uma alternativa prática e econômica, com custo de cerca de R$ 7 por pessoa por viagem, o que facilitou bastante a logística. Arraial d’Ajuda nos entregou exatamente o que esperávamos: diversidade, beleza e experiências marcantes, com direito a novos amigos e reflexões importantes ao longo do caminho.









Cumuruxatiba: Onde o Tempo Desacelera
Praias de Cumuruxatiba
Ficamos próximos à praia do centro, também conhecida como praia da igreja, uma localização estratégica, perto do pequeno comércio local. Reservamos um chalé no ViaMar Quitinetes, bem charmoso, confortável e com cozinha. A praia da Igreja fica a menos de 200 metros. O mar, com águas rasas e tranquilas e barquinhos pesqueiros ancorados, revelava piscinas naturais durante a maré baixa, criando um ambiente perfeito para relaxar. Caminhando um pouco, se encontra um antigo píer, construído na década de 50 formando um cenário com um charme nostálgico.
Foi nesse ambiente que a Meg encontrou seu verdadeiro paraíso. Com poucas pessoas ao redor e uma natureza praticamente intocada, ela explorou cada canto com liberdade, correndo, observando e vivendo intensamente aquele espaço e é óbvio, caçou siris como de costume, mas sem êxito.
A cidade é pequena e com poucas opções gastronômicas. Ao longo da praia central, há alguns quiosques e restaurantes, mas durante o período em que estivemos lá (janeiro), muitos encerravam as atividades por volta das 17h. Isso reforça ainda mais a atmosfera tranquila do lugar, ideal para quem busca sossego e desconexão. A simplicidade e a beleza natural de Cumuruxatiba nos envolveram de uma forma difícil de explicar.






Praia do Moreira e Ponta do Imbassuaba
Tínhamos 3 dias para explorar o lugar e de carro, seguimos para um dos pontos mais recomendados da região. A cerca de 8 km do centro, por estrada de terra, chegamos à Praia do Moreira e à Ponta do Imbassuaba. Logo na chegada, fomos impactados pela vista: o estacionamento fica no alto de uma falésia, funcionando como um verdadeiro mirante natural. A paisagem é de tirar o fôlego, um daqueles cenários que parecem intocados pelo tempo.
Sem estrutura de quiosques, o que, para nós, foi um ponto positivo, o local preserva sua essência. Coqueiros e amendoeiras garantem sombra natural, perfeita para passar horas ali, sem pressa. O mar, em tons de azul-turquesa, impressiona pela transparência. Na maré baixa, formam-se piscinas naturais que convidam a um mergulho tranquilo.
Para quem pretende passar mais tempo nesse trecho, vale a pena se planejar, levar cooler com água, bebidas e alimentos é fundamental. E, claro, respeitar o ambiente, recolher todo o lixo é indispensável para manter aquele paraíso como ele é. A Ponta do Imbassuaba fica bem próxima e pode ser acessada a pé, caminhando até as formações rochosas onde surgem novas piscinas naturais.





Barra do Cahy. A primeira praia do Brasil
Após deixarmos a Praia do Moreira, seguimos por cerca de 30 minutos em estrada de terra até chegar à Barra do Cahy, um dos destinos mais marcantes de toda a viagem.
Localizada no litoral de Prado, na Costa do Descobrimento, a Barra do Cahy é considerada por muitos como o ponto do primeiro contato dos portugueses com o Brasil. Foi nessa região que, em abril de 1500, a esquadra de Pedro Álvares Cabral avistou o Monte Pascoal e, no dia seguinte, Nicolau Coelho desembarcou nas proximidades da foz do rio Cahy, iniciando o primeiro contato com os povos indígenas.
Falésias imponentes, coqueirais e o encontro do rio com o mar formam uma paisagem praticamente intacta, que transmite uma sensação única de conexão com a história e com a natureza.
Além da beleza, o local permite aproveitar tanto o mar quanto a água doce do rio, criando um ambiente perfeito para relaxar. Mesmo mantendo um perfil rústico, há estrutura suficiente para passar o dia com conforto, incluindo restaurante à beira-mar.
A Barra do Cahy não é apenas um destino bonito, é um lugar que carrega significado. Um raro encontro entre natureza preservada e os primeiros capítulos da história do Brasil





Ponta do Corumbau: Um Final Perfeito
Encerramos nossa aventura pet pela região de Cumuruxatiba com um passeio de barco até a Ponta do Corumbau. A travessia foi simplesmente sensacional: tivemos o privilégio de contemplar o Monte Pascoal sob o mesmo ângulo histórico da expedição de Pedro Álvares Cabral, no período do descobrimento, um momento realmente emocionante.
A Meg não pôde nos acompanhar dessa vez. Esse tipo de embarcação balança bastante e não oferece segurança para embarque e desembarque com pets, o que tornaria a experiência desconfortável e arriscada para ela. Preferimos deixá-la tranquila na casa onde estávamos hospedados em Cumuru, onde ficou bem e segura.
Fizemos o passeio com a Embarcação Libra, ao custo de R$ 200 por pessoa, e o aluguel do snorkel saiu por R$ 15 por pessoa. Saímos por volta das 9h da manhã e navegamos direto até a Ponta do Corumbau, em um trajeto de aproximadamente 1h30.
Ao desembarcar, aproveitamos ao máximo o tempo disponível para explorar o local. Caminhamos até o farol e, pelo caminho, ficou evidente a força da natureza: diversas construções à beira-mar foram atingidas pelas ressacas e hoje se encontram abandonadas.
Em seguida, mergulhamos nas águas cristalinas e partimos para o almoço. Por indicação do capitão da embarcação, escolhemos o Restaurante Panela de Barro. Pedimos uma moqueca bem caprichada, sem coentro, que veio generosa, suculenta e na medida certa para nós.
No retorno, o roteiro previa uma parada nos recifes de corais. No entanto, a maré não colaborou naquele dia, o que prejudicou a experiência de mergulho e dificultou a visualização, onde normalmente é possível observar a vida marinha daquele aquário natural.
Apesar disso, ainda encontramos trechos de águas calmas e cristalinas, com um cenário digno de cartão-postal. Permanecemos cerca de 40 minutos nesse ponto antes de seguir viagem de volta para Cumuru, onde chegamos por volta das 17h, encerrando o passeio com uma experiência memorável.









O Retorno: Resistência e Tranquilidade
A volta exigiu mais de 30 horas de estrada. Fizemos nossas paradas habituais, sempre respeitando as necessidades da Meg, e, ainda assim, tudo transcorreu de forma tranquila.
Mais uma vez, nossa pet demonstrou sua incrível capacidade de adaptação, mantendo-se calma e colaborativa durante todo o percurso. Ficam aqui nossos parabéns por mais uma jornada inesquecível que ela nos proporcionou viver ao seu lado.

O Que Levamos Dessa Experiência
Retornamos cansados, mas profundamente renovados. Cada quilômetro percorrido trouxe aprendizados e histórias que levaremos para sempre.
Viajar de carro, ainda mais ao lado da Meg, transforma completamente nossa percepção do tempo, da estrada e da própria vida. Descobrimos que o essencial está na intensidade de cada momento, nas pequenas descobertas pelo caminho, e nunca na pressa.
E enquanto houver estrada, saúde e essa companheira incrível ao nosso lado, seguiremos explorando o mundo, transformando destinos em memórias inesquecíveis.
Sejam todos Aventurantes!









